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Teriam todos os crucificados sido mortos sem exceção? Ou pessoas teriam sobrevivido?

No post anterior, Crucificação – Terrorismo de Estado, falei um pouco sobre as origens conhecidas da crucificação, assim como sua evolução e aperfeiçoamento pelo império romano.

Como pudemos constatar, essa forma de tortura e assassinato em público, cujo objetivo era comunicar o horror a que as pessoas poderiam ser submetidas caso causassem problemas, não está e nunca esteve exclusivamente ligada à “morte” de Jesus.

Falando apenas do império romano, sem contar as crucificações praticadas por outras culturas pelo mundo, de 63 a.C. a 70 d.C. houve um genocídio sistemático. Tácito enumerava 600.000 (seiscentos mil) crucificados apenas na Judéia.

Apesar do número aparentemente incalculável de crucificados ao longo da história e, apesar do altíssimo nível de crueldade que essa prática adquiriu, por incrível que pareça, existem evidências de pessoas que, contra todas as probabilidades, teriam conseguido sobreviver.

Dentre alguns possíveis casos de sobreviventes, quero chamar a atenção para o mais curioso de todos eles.

Mausoleu_Caxemira

O Mausoléu ao lado encontra-se em Srinagar, Caxemira, Índia. Foi construído para proteger o túmulo de Yuz-Asaf, conforme a inscrição:

“Aqui jaz o célebre profeta Yuz-Asaf, chamado Yusu, profeta dos filhos de Israel”.

Yuz-Asaf, conforme os registros históricos da região, era um homem de origem israelita que teria passado sua juventude até sua idade adulta por algumas regiões da Índia, teria sido um aprendiz em alguns mosteiros do Himalaia e, ao ter tido problemas com as autoridades, teria sido expulso de alguns deles.

Ainda conforme os registros históricos, Issa, como era conhecido, após chegar a um alto grau de conhecimento da filosofia budista, teria resolvido voltar para Israel, aproximadamente com 28 anos de idade, para passar algo do que tinha aprendido para seus irmãos israelitas.

Ao que parece, esse mesmo homem teria chegado a ser crucificado alguns anos depois em Israel mas, de alguma forma, teria conseguido sobreviver e voltar para a região da Caxemira, onde, casado e com filhos, teria passado seus dias ensinando até vir a falecer já idoso.

clip_image002Um detalhe interessante sobre seu túmulo é que o mesmo teria sido construído de forma com que a cabeça do morto estivesse voltada para a região de Israel (imagem ao lado), uma forma de homenagear a um homem a quem eles consideravam um grande profeta.

image Outra característica muito curiosa sobre seu túmulo foi o fato de os pés do morto terem sido esculpidos de forma a retratarem as marcas da crucificação a qual teria sobrevivido.

A história de Issa, ou Yuz-Asaf, é fascinante e digna de uma pesquisa mais apurada dos que ainda mantém viva a chama da curiosidade.

Para quem quiser saber mais:

Jesus Viveu na Índia

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